A verdade, por favor

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O campo fala. A energia não mente. ⁣

Todos nós somos dotados de uma percepção fina do que acontece ao nosso redor. ⁣

Alguns têm essa percepção mais adormecida. São camadas de condicionamentos que criamos pra nós, que estão a serviço de amortecer nossas dores e, por isso, deixamos de sentir “o ruim” e também “o bom”.⁣

Tirando isso, podemos perceber quando a verdade falta. É nesse momento que se instala a “incoerência”.⁣

Saber a verdade, ainda que seja dura, traz clareza e alívio pois interpreta as energias sentidas.⁣

Outro dia eu conversava com uma amiga sobre a possibilidade de separação que ela estava vivendo. Falamos sobre dizer a verdade aos filhos e não contar uma história mais bonita. ⁣

A intenção de proteger o outro com mentiras ou meias verdades pode ser, em níveis mais ocultos, uma fuga do enfrentamento que está a serviço de proteger a si mesmo de um sentimento desconfortável. ⁣

Em sua própria história, ela pode ver que sentiu dor quando viu sua família se rompendo quando seu pai e sua mãe se separaram e ela era ainda uma criança. ⁣

Perguntei a ela o que ela queria que fosse feito diferente e ela admitiu: eu gostaria que me fosse dita a verdade. ⁣

Quando você diz a verdade, você evita que o outro crie hipóteses para compreender o que está percebendo no campo imaterial. ⁣

Outros aspectos dessa atitude vã, é o sentimento de desconsideração, de não importância e de menosprezo de quem recebe o ocultamento. ⁣

Pela minha experiência pessoal, eu decidi que, para mim, a VERDADE sempre é preferível. E eu a recebo, mesmo que doa, com certa gratidão e reverência, àquele que escolheu julgar que sou grandinha o suficiente para lidar com aquilo e não escolheu me poupar, me apequenando da minha capacidade de lidar com minhas próprias dores.⁣

Você também pode ter a sua preferência. Me conta qual é?