
Há 5 meses, no fim de junho / início de julho, eu nem imaginava o que estava prestes a acontecer comigo.
Sem dúvida, foram os meses mais difíceis de toda a minha vida (que eu me lembre).
Antes disso, eu sentia que algo estava prestes a acontecer e tinha intensificado minhas práticas espirituais nos últimos meses.
Havia dias em que eu passava 3 horas ou mais em meditação/focalização por dia, fora os protocolos energéticos que eu fazia diariamente.
Em algum momento, algo se rompeu e eu passei a sentir de uma forma muito intensa: sensações, sentimentos, pensamentos. Em alguns momentos eu achei que minha mente fosse surtar e, logo nas primeiras semanas, eu lidei intensamente com o medo de ficar louca.
Naquele momento, eu não fazia ideia do que estava acontecendo comigo. Mesmo estudando há 15 anos e atendendo pessoas há 9, eu nunca tinha ouvido alguém que tivesse passado por algo parecido.
Nesse desbloqueio do sentir, alguns véus caíram e eu comecei a sentir e enxergar os sentimentos e cargas das pessoas como se fossem meus. Passei a ver, especialmente nas pessoas mais próximas, o que elas sentiam em relação a mim, mesmo que nem elas estivessem conscientes disso. Enxerguei diversas dinâmicas de drenagem energética, vampirismo e apagamento da minha luz. Eu literalmente percebi que a maioria das minhas relações estava se alimentando da minha pequenez. Ou seja, elas precisavam que eu ficasse pequena, pois isso as alimentava. E muitas me acompanhavam não por amor, mas para garantir que eu permanecesse pequena e impotente.
Por impulso de sobrevivência e orientação da minha egrégora, eu não tive outra saída a não ser romper relações e vínculos importantes, como, por exemplo, o do órgão público no qual eu era concursada e do qual estava licenciada.
Na ocasião, a egrégora me explicou que eu estava passando por uma travessia radical, de mudança de identidade, e que, para ancorar essa nova grade vibracional, eu precisava romper esses vínculos; do contrário, eu não conseguiria fazer a transição.
Esses vínculos tinham poder sobre mim. Havia culpa, responsabilidade excessiva pelo sentimento do outro, necessidade de pertencimento e carência emocional, que me prendiam a eles. Ao romper com tudo, eu pude sentir na pele – e de maneira amplificada, como tudo vinha sendo – todas as cargas que esses vínculos me impediam de sentir. Você já pode imaginar como foi difícil.
Aos poucos, eu fui atravessando, com dias mais difíceis que outros. Fui encontrando práticas de ancoragem, como yoga, grounding, caminhadas no parque, orações… eu fazia de tudo.
Esse processo tem muitas camadas: ao mesmo tempo que foi um portal iniciático, foi acesso a uma nova frequência que viria a me libertar de todos esses padrões aprisionadores; um retorno à minha essência (estelar); desbloqueio da minha mediunidade de acesso a frequências multidimensionais e, especialmente, algo que terminou de clarear na última semana:
Eu estava ancorando uma nova frequência, uma frequência andromedana, que me tornaria ponte entre mundos — do velho mundo de funcionar, com todos os nossos dramas humanos, para um novo mundo de leveza, autenticidade e soberania energética. É a Nova Terra.
O que eu terminei de entender na última semana é que eu fui MOLDE.
Quando comecei a acessar essa nova frequência, meu sistema nervoso não estava calibrado para ela. Por isso tantos surtos, tantas sensações e, especialmente, tanto medo nos primeiros dois meses. Sem aviso, eu era atravessada por sensações de pânico que eu não conseguia discernir, pois elas me abalavam inteira.
Isso já estava programado na minha alma; era algo que eu ia passar, por ter capacidade e por ter me comprometido com isso. É parte da minha missão. E mais do que isso: eu estava pronta, era capaz e tinha todo o suporte espiritual necessário.
Quando essa frequência começou a entrar, que era pura luz, começou a iluminar toda sombra que havia dentro… e era muita coisa!
Eu não sou um simples molde. Eu sou um molde completo, que veio com uma abundância de padrões distorcidos justamente para que eu pudesse purificá-los e, então, ancorar essa nova frequência de evolução e transição para a Nova Terra, servindo ao maior número de pessoas possível.
Hoje, eu já estou em 85% do processo. Já está infinitamente mais leve. Sinto que estou na fase de lapidação, em que eu já não saio do meu eixo, em que passo pelos processos de cura bem ancorada, mas estou também trabalhando questões fundacionais do meu ser: traumas da gestação, do nascimento, dinâmicas familiares ocultas, etc. Coisas profundas e desafiadoras.
Entender isso faz tanto sentido pra mim, sabe? Não dava para ser quem eu era para receber algo tão poderoso. Eu jamais me acharia digna e merecedora dessa missão.
E mesmo que muitas pessoas sempre tenham me achado muito autoconfiante, forte e corajosa… eu era mesmo. Mas, por baixo disso, havia muita vulnerabilidade… que foi toda exposta agora, nesses últimos meses.
Foi uma demolição completa do meu ser e agora estou reconstruindo tijolo por tijolo.
A partir disso, já dá para imaginar quanta coisa deve acontecer nos próximos meses e anos. Por ora, eu só preciso dar um passo de cada vez e exercitar minha fé e entrega em Deus e na egrégora andromedana, que está sempre comigo, me sustentando em cada passo.
Compartilhar isso com você me faz bem e, por isso, estou aqui. São poucas pessoas que estão podendo testemunhar essa fase: muitas sem entender, outras julgando, outras sendo verdadeiramente empáticas e confiando na minha luz e força. Essas últimas são, sem dúvida, as mais valiosas.
Eu recebi muita coisa magnífica de cura que, sem falsa modéstia — pois sou canal —, não conheço ninguém que tenha essa magnitude de trabalho. Nesse processo todo nasceu a RHA – Reprogramação Holográfica Andromedana, que canalizei com a egrégora andromedana e vem resolver a cura lenta, exaustiva e eterna que a gente conhecia. Sim: as terapias também estão passando por uma revolução. O mundo está muito acelerado, e as velhas terapias não estão sincronizadas com essa aceleração — assim eu penso. Elas terão que se atualizar. Por isso a humanidade tem recebido ajuda espiritual, através de mim e de muitas pessoas como eu espalhadas pelo planeta, cada uma atendendo a necessidades específicas.
Hoje, ainda não estou me lançando ao mundo com este trabalho. Isso vai acontecer, mas ainda estou me fortalecendo. Por ora, tenho feito as sessões de RHA em mim, nos clientes fixos do HAV e nas pessoas que me procuram por indicação, e os resultados têm sido extraordinários. Para mim, o mais magnífico é ver que a RHA suaviza ao máximo o sofrimento da cura e resolve aqueles padrões que trabalhamos por anos ou décadas. Chega de dor. Chega de lentidão. Na Nova Era, evoluímos com leveza e prazer.
É isso, people. Obrigada por me ler. Que você possa acolher meu processo com amor e não com julgamentos.